16.5.12

Descobrimento do Amor




De quando em quando mais amores surgirão;
De vez em quando, dores e desilusão.
Novas maneiras de se gostar, de se amar
e mais fronteiras para ultrapassar.


Duas vidas, dois comportamentos, dois corações;
Formas distintas de pensamentos e traduções,
que por ventura se encontram como num talvez,
linda história escrevem quando chega a vez.


E são tantos beijos, tantas promessas, tantas juras;
É o Descobrimento do Amor, inicia-se a fase mais pura,
Fase de encanto, de convivência e conhecimento,
e assim vai se ganhando mais experiência e aperfeiçoamento.


(Renato J. Oliveira)          27 de fevereiro de 2.000



13.5.12

Eternamente Legião Urbana



Legião Urbana foi uma banda brasileira de rock surgida em Brasília ativa entre 1982 e 1996. Ao todo, lançaram dezesseis álbuns, somando mais de 20 milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro grupo musical da gravadora EMI que mais vende discos de catálogo em todo o mundo, com uma média de 250 mil cópias por ano. O fim do grupo foi marcado pelo falecimento de seu líder e vocalista, Renato Russo, em 11 de outubro de 1996. A banda é uma das recordistas de vendas de discos no Brasil incluído premiações da ABPD com dois Discos de Diamante pelos álbuns Que País É Este de 1987 e Acústico MTV de 1999. A banda faz parte do chamado quarteto sagrado do rock brasileiro, juntamente com o Barão Vermelho, Titãs e Paralamas do Sucesso.


História
A banda foi formada em agosto de 1982 poucos meses após uma discussão de Renato Russo com sua antiga banda, Aborto Elétrico, devido a uma briga com o integrante Fê Lemos (bateria) na música "Veraneio Vascaína" (na ocasião, Renato havia errado a letra e levou uma baquetada em pleno show). Com o fim da banda, Fê Lemos e seu irmão, Flavio Lemos (contrabaixo), reúnem-se com Dinho Ouro Preto e formam o Capital Inicial. Para compor, Renato Russo se inspirava em bandas como Sex Pistols , The Beatles, Ramones, The Smiths, The Cure, Talking Heads e Joy Division e no filósofo Jean-Jacques Rousseau (daí a inspiração para o nome artístico).


O começo
A primeira apresentação da Legião Urbana aconteceu em 5 de setembro de 1982 na cidade mineira de Patos de Minas, durante o festival Rock no Parque, que contou com outras oito atrações, entre elas a Plebe Rude.
Esse foi o único concerto em que a banda apareceu com a sua primeira formação: Renato Russo (vocalista e baixista), Marcelo Bonfá (baterista), Paulo Paulista (tecladista) e Eduardo Paraná (guitarrista), hoje conhecido como Kadu Lambach. Após a apresentação, Paulo Paulista e Eduardo Paraná deixaram a Legião. O próximo guitarrista seria Ico Ouro-Preto (irmão de Dinho Ouro-Preto, vocalista do Capital Inicial), mas foi logo substituído por Dado Villa-Lobos, que assumiu a guitarra da Legião em março de 1983.


O sucesso
Em 23 de julho de 1983, a Legião faz no Circo Voador, Rio de Janeiro, um concerto que mudaria a história da banda. Após a apresentação, eles são convidados a gravar uma fita demo com a EMI. No ano seguinte, por indicação de Marcelo Bonfá, entra o baixista Renato Rocha e começa então a gravação do primeiro disco.
O primeiro álbum Legião Urbana, lançado em 2 de janeiro de 1985, é extremamente politizado, com letras que fazem críticas contundentes a diversos aspectos da sociedade brasileira. Paralelo a isso, possui canções de amor que foram marcantes na história da música brasileira, como "Será", "Ainda é cedo" e "Por Enquanto", esta última que é considerada como a melhor faixa de encerramento de um disco, segundo Arthur Dapieve, crítico e amigo de Renato Russo. "Geração Coca-Cola" é outra música famosa deste álbum.

O segundo álbum, Dois, foi lançado em 1986. O disco deveria ser duplo e se chamar Mitologia e Intuição, mas o projeto foi recusado pela gravadora, fazendo com que o disco saísse simples. A primeira música, "Daniel na Cova dos Leões" é iniciada com um pouco da canção "Será" envolto a ruídos de rádio e do hino da Internacional Socialista. É o segundo álbum mais vendido da banda, com mais de 1,2 milhão de cópias, e considerado por muitos o mais romântico. "Tempo Perdido" fez um grande sucesso e se tornou um dos clássicos da Legião. "Eduardo e Mônica", "Índios" e "Quase Sem Querer" também fizeram muito sucesso.

Que País É Este 1978/1987 pode ser considerada a primeira coletânea feita pela banda de Brasília, embora todas as faixas tivessem sido regravadas e produzidas para este álbum em estúdio. A maioria destas músicas foram propositalmente gravadas em primeiro take (baixo, guitarra e bateria de uma só vez). Este material foi programado para entrar no antigo projeto Mitologia e Intuição, que foi abortado pela gravadora. Das nove canções do disco, apenas "Eu sei" (da carreira solo de Renato Russo), "Angra dos Reis" e "Mais do Mesmo" não eram do antigo Aborto Elétrico. Esta é a obra mais punk da Legião Urbana e contém em seu encarte uma breve história do grupo. Foi o último trabalho oficial com a participação do então baixista Renato Rocha. Seu título provisório era Mais do Mesmo. As maiores músicas deste álbum foram "Que País É Esse", "Faroeste Caboclo" e "Angra dos Reis".

O álbum As Quatro Estações de 1989 é considerado por muitos o melhor e mais inspirado trabalho do grupo, inclusive pelo próprio Renato Russo, além de conter o maior número de hits: são onze canções, das quais pelo menos nove foram tocadas incessantemente nas rádios. É o álbum mais vendido da Legião, com mais de 1,7 milhão de cópias, é também considerado o disco mais "religioso". O baixista Renato Rocha tocou com o trio nos três primeiros álbuns e chegou a gravar o baixo de algumas faixas desse álbum, mas deixou o grupo devido a desentendimentos com os outros membros. As linhas de baixo originalmente gravadas por Rocha foram regravadas por Dado e Renato, que se revezaram nos baixos e guitarras. Músicas legendárias como "Pais e Filhos" e "Monte Castelo" fizeram parte deste álbum.

Lançado em Novembro de 1991, V é o disco mais melancólico. Renato estava em um momento complicado de sua vida, com a descoberta de que era soropositivo um ano e meio antes, problemas no relacionamento com o namorado americano, Robert Scott Hickman, e alcoolismo. O álbum é recheado de canções atípicas para os "padrões" da banda. A atmosfera de "Metal Contra as Nuvens", com seus mais de onze minutos de duração, é um dos destaques, assim como a densa "A Montanha Mágica". A crítica social de "O Teatro dos Vampiros" e a melancólica "Vento no Litoral" foram as mais tocadas neste CD.


O álbum O Descobrimento do Brasil de 1993, época em que Renato Russo tinha iniciado o tratamento para livrar-se da dependência química e mostrava-se otimista quanto ao seu sucesso. Ainda assim, as letras oscilam entre tristeza e alegria, encontros e despedidas. É como se, para seguir em frente, fosse necessário deixar muitas coisas para trás, e não se pudesse fazer isso sem uma boa dose de nostalgia. Desta forma, Descobrimento é um álbum com fortes notas de esperança, mas permeado por tristeza e saudosismo. Ainda assim, é considerado por muitos o álbum mais "alegre" e delicado da Legião Urbana. Apesar de boas vendas, o CD não foi muito tocado nas rádios. As faixas de sucesso foram "Giz", "Vinte e Nove" e "Perfeição", música essa que foi na época uma pesada crítica ao Brasil.


Fim da banda
O último concerto da Legião Urbana aconteceu em 14 de janeiro de 1995, na casa de apresentações "Reggae Night" em Santos, litoral do estado de São Paulo. No mesmo ano, todos os discos de estúdio da banda até 1993 foram remasterizados no lendário estúdio britânico Abbey Road Studios, em Londres, famoso por vários discos dos Beatles; e lançados em uma lata, intitulada "Por Enquanto 1984-1995". A lata também incluía um pequeno livro, com um texto escrito pelo antropólogo Hermano Vianna, irmão do músico Herbert Vianna.

A Tempestade ou O Livro dos Dias, lançado em 20 de setembro de 1996, foi o último da banda com o Renato Russo vivo. Além disso, o álbum possui densas músicas, alternando o rock clássico de "Natália" e "Dezesseis", ao lirismo de "L'Aventura", "A Via Láctea", "Leila", "1º de Julho" e "O Livro dos Dias" e ao classicismo de "Longe do Meu Lado".
As letras, em geral, abordam temas como solidão, passado, amor, depressão, homossexualidade, AIDS, intolerância e injustiças, sendo um disco "melodramático" e de alma triste.
Algumas canções do disco sugerem uma despedida antecipada, como diz o trecho "e quando eu for embora, não, não chore por mim", da canção "Música Ambiente". As fotos do encarte foram tiradas próximas à época do lançamento, exceto a de Renato, que foi aproveitada da sessão de fotos do seu álbum solo Equilíbrio Distante de 1995, já que o cantor, um pouco debilitado, se recusou a fotografar para o disco. O álbum A Tempestade foi lançado inicialmente na época como um clássico livrinho com capa de papelão e anos depois relançado como álbum comum (caixa de plástico). A foto do guitarrista Dado é diferente entre as duas versões. Com exceção de "A Via Láctea", as demais faixas do álbum possuem apenas a voz guia de Renato, que não quis gravar as vozes definitivas. Também não foram incluídas as frases "Urbana Legio Omnia Vincit" e "Ouça no Volume Máximo", presentes nos discos do grupo. Em seu lugar, uma frase do escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade: "O Brasil é uma República Federativa cheia de árvores e gente dizendo adeus".
O fim oficial da banda aconteceu em 22 de outubro de 1996, onze dias após a morte do mentor, líder e fundador da banda. Renato Russo faleceu 21 dias após o lançamento de A Tempestade, no dia 11 de Outubro de 1996.

Uma Outra Estação foi um álbum póstumo. A ideia original era de que A Tempestade fosse um álbum duplo. Como saiu simples, o material não lançado foi retrabalhado e compilado nesse álbum de 1997. Canções como "Clarisse" ficaram de fora do álbum anterior por desejo do próprio Renato, que a considerava com uma temática muito pesada. A letra da canção "Sagrado Coração" consta no encarte porém não possui registro da voz de Renato. O álbum conta com participações especiais como Renato Rocha, baixista dos primeiros discos da Legião, e Bi Ribeiro, baixista dos Paralamas do Sucesso.
A banda então prossegue fazendo sucesso e vendendo muitos discos e se seguem muitas entrevistas e reportagens com os ex-integrantes, Dado e Bonfá. Muitos começaram a ouvir as músicas da banda após a morte de Renato, aclamado por alguns até mesmo como um heroi, embora sem nenhum feito heroico, mas perpetuado como um portador de uma visão crítica e realista.


Comunicado sobre a "volta" da Legião Urbana
Em 5 de Setembro de 2009, o site oficial da banda divulgou um comunicado, em nome da família Manfredini, Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e da gravadora EMI, esclarecendo que a Legião Urbana não voltaria às suas atividades, ao contrário das informações que circulavam através de boatos, uma vez por respeito a Renato Russo que jamais seria substituído. Ainda no intuito de aniquilar falsas informações, deixa claro que Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos não pretendem formar uma nova banda juntos para evitarem comparações.
No entanto, como o assunto sobre "a volta" da banda andava em alta, tanto nos jornais de grande circulação, tabloides eletrônicos ou mesmo nos sites de discussão e relacionamento (principalmente por conta do show que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá realizaram no festival Porão do Rock, no dia 20 de setembro de 2009 em Brasília), o comunicado fez questão de reiterar que os integrantes não pretendiam retomar a banda, mas tão somente existiria uma "possibilidade" para que fosse realizada uma única turnê, com cantores convidados, contando ainda com uma banda de apoio, formada por músicos uruguaios. Uma pequena turnê aconteceu, a Legião Urbana com músicos convidados fez um especial no Rock in Rio 2011 e logo em seguida acompanhada pelo o Jota Quest em algumas cidades como na cidade de Maceió, situada no estado de Alagoas.
O comunicado deixa registrado também o intuito do site oficial da banda, que é "estreitar os vínculos entre a obra da banda e seu público", além de se tornar uma fonte de comunicação oficial.


Integrantes
Última formação
Renato Russo (voz, baixo, violão e teclados) (1982-1996)
Marcelo Bonfá (bateria e percussão) (1982-1996)
Dado Villa-Lobos (guitarra, violões, e viola de, além de algumas percussões) (1983-1996)

Ex-integrantes
Eduardo Paraná (guitarra) (1982)
Ico Ouro-Preto (guitarra) (1982-1983)
Paulo Paulista (teclado) (1982)
Renato Rocha (baixo) (1984-1989)



Discografia

Ano         Álbum                                       Tipo
1985 Legião Urbana                                   Estúdio
1986 Dois                                                   Estúdio
1987 Que País É Este                           Estúdio
1989 As Quatro Estações                           Estúdio
1991 V                                                   Estúdio
1992 Música para Acampamentos           Ao Vivo
1993 O Descobrimento do Brasil           Estúdio
1996 A Tempestade ou O Livro dos Dias   Estúdio
1997 Uma Outra Estação                           Estúdio
1998 Mais do Mesmo                           Coletânea
1999 Acústico MTV Legião Urbana           Ao Vivo
2001 Como É que Se Diz Eu Te Amo         Ao Vivo
2004 As Quatro Estações ao Vivo           Ao Vivo
2006 Uma Celebração                           Ao Vivo, gravado por outros artistas
2009 Legião Urbana e Paralamas Juntos      Ao Vivo
2011 Perfil                                                   Coletânea


Texto: Wikipédia

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VISITE:





12.5.12

Estupro...


Era apenas uma menina,
Planos e sonhos de uma vida feliz;
Todos falavam que aquela ‘mina’
com seu talento até seria atriz.


Cresceu aprendendo a ter de tudo,
ninguém a viu da vida reclamar;
mas um dia, maldito absurdo,
ela viu seu mundo desabar.


Hoje não tem mais esperança
de resgatar seus sonhos de criança;
A menina que seria atriz
agora nas ruas é uma meretriz.




Uma vida cheia de surpresas,
num dia tão bem e no outro tão mal;
a chama do ódio se mantém acesa,
só completando o lado material.

Um estupro, um crime abominável
destruiu e arruinou uma vida;
monstruosidade irremediável;
da felicidade à ilusão perdida.


Hoje não tem mais esperança
de resgatar seus sonhos de criança;
A menina que seria atriz
agora nas ruas é uma meretriz.



Renato J. Oliveira             31 de janeiro de 1.999


10.5.12

A Vida, um Palco



“A VIDA É UM PALCO ONDE CADA UM DE NÓS TEM TODO O DIREITO DE INTERPRETAR OU FANTASIAR AQUILO QUE BEM ESCOLHER 
(OU QUISER).
NESTE PALCO QUE REÚNE TODOS OS GÊNEROS DA DRAMATURGIA, SÓ TEMOS DIRETORES NO INÍCIO DA PEÇA; 
DEPOIS TUDO O QUE FIZERMOS SERÁ DE
NOSSA INTEIRA RESPONSABILIDADE.



NÃO PODEMOS JOGAR FORA OU DESPERDIÇAR A CHANCE QUE TEMOS DE ENCENAR UMA BELA HISTÓRIA, PARA QUE TODOS TESTEMUNHEM E APLAUDAM COM FERVOR AO FINAL DA APRESENTAÇÃO.



Renato J. Oliveira                  19 de março de 2.007


5.5.12

Poesia de um cão abandonado



Gostaria de poder falar tudo aquilo que eu sinto,
transmitir em palavras todas as minhas emoções;
todos então veriam que eu não minto
e que são limpas e puras as minhas intenções.


Quase nada sei das minhas origens, da minha história,
porém trago boas lembranças de um recente passado,
onde a felicidade não era essa coisa ilusória,
quando sequer cogitava que seria abandonado.


Hoje caminho triste pelas ruas da cidade,
tentando exprimir o que almejo em meu olhar;
alguns entendem, alguns demonstram caridade,
outros, sem motivo, querem e tentam me maltratar.


Tem dias que passo fome, tem noites que passo frio,
cada temporada em um canto, na esperança de encontrar
alguém generoso que me arranque deste mundo hostil,
alguém que faça de verdade minha sorte mudar.


Por vezes até sinto a emoção boa de um carinho,
costumo seguir os que são generosos comigo,
porém, como sempre, fico abandonado pelo caminho,
ninguém parece ter intenção de me oferecer abrigo.


Mas tenho comigo a mais bem alimentada esperança
de que algum dia alguma pessoa, por bondade ou por clemência,
me abrigue, me adote; idoso, jovem ou criança
que aceite o meu carinho, que me trate com decência.


Serei sempre fiel, camarada e carinhoso,
quem sabe até chato, na intenção de entreter;
estarei sempre às ordens, gentil e atencioso,
o melhor amigo que alguém pode ter.


Meu recente passado? Você quer mesmo saber?
Eu era feliz, tinha um lar, mas um dono ocupado
que nunca brincava e só me chutava quando ia o receber.
Um dia ele se cansou e agora aqui estou,
sou apenas um triste cão abandonado.



Renato J. Oliveira           30 de abril de 2.012






3.5.12

Palmeirenses Famosos












VEJA ABAIXO UMA AMPLA RELAÇÃO DE PALMEIRENSES FAMOSOS


Ademir da Guia__________Ex-jogador
Adriane Galisteu_________Modelo e apresentadora
Agnaldo Rayol__________Cantor
Alberto Luchetti Neto_____Apresentador e diretor da Globo
Alda Marco Antônio______Política
Aldo Rebelo____________Político
Alex Müller_____________Repórter esportivo
Alexandre Borges________Ator
Alexandre Simoni________Tenista
Alvaro Garnero__________Empresário
Ana Maria Braga________Apresentadora
André Galvão___________Repórter
André Jung____________ Baterista da Banda Ira!
Andrea Matarazzo_______Político
Angela Figueiredo_______Atriz
Antero Greco___________Jornalista
Antônio Calloni_________Ator
Antônio Pétrin__________Repórter
Arnaldo Saccomani______Produtor musical
Arnaud Rodrigues_______Humorista falecido
Bento Hinoto___________Guitarrista Mamonas Assassinas
Belo__________________Cantor
Bianca Bin_____________Atriz
Bianca Castanho________Atriz
Bianca Rinaldi__________Atriz
Billy Gould_____________Baixista do Faith no More
Bola__________________Humorista do Pânico
Boris Casoy____________Jornalista
Branco Mello___________Vocalista do Titãs
Cabal________________Cantor Rapper
Cassiano Ricardo________Ator e escritor
Carlos Tramontina_______Jornalista
Carol Conde____________Cantora e locutora
Carolina Ferraz__________Modelo e atriz
Castilho de Andrade______Jornalista
César Maluco___________Ex- centroavante do Verdão
Chico Anysio___________Humorista
Chiquinho Scarpa________Conde
Chris Flores____________Apresentadora TV Record
Christian Fitipaldi________Piloto
Ciro Bottini_____________Apresentador
Cláudio Marzo__________Ator
Clóvis Rossi____________Jornalista
Cristina Mutarelli________Atriz
Décio Piccinini__________Jornalista
Débora Rodrigues_______Modelo
Delfim Netto____________Economista e político
Denise Fraga____________Atriz
Derrick Green__________Vocalista do Sepultura
Di Ferrero_____________Vocalista NX Zero
Diana Bouth___________Apresentadora
Dirceu Maravilha_______ Locutor Esportivo
Domingos Maracanã____Ex-jogador do Brasil de voley
Domênico Gatto________Radialista
Doris Giesse___________ex-Modelo
Dudu Pelizzari_________Ator
Edson Celulari_________Ator
Eduardo Zebini_________Jornalista
Egypicio______________Vocalista do Tihuana
Elia Junior_____________Jornalista
Eliane Giardini__________Atriz
Emílio Orciollo Netto_____Ator
Erasmo Carlos_________Cantor
Fauzi Beydoun_________Músico Tribo de Jah
Fiori Gigliotti___________Ex-Narrador esportivo
Flávio Migliaccio________Ator
Flávio Saretta__________Tenista
Francisco Petrônio_______Cantor falecido
Fúlvio Stefanini_________Ator
Gian Oddi_____________Jornalista, comentarista
Gianne Albertoni________Modelo
Gil de Ferran___________Piloto
Gilberto Barros_________Apresentador
Gilliard________________Cantor
Giovanna Prado_________Apresentadora
Giovanne______________Jogador de vôlei
Giuliano Losacco________Piloto
Guillermo Hundadze______Ator
Henrique Guimarães_____Judoca
Hugo Hoyama__________Jogador de tênis de mesa
Hugo Mariutti__________Guitarrista
Iara Negrete___________Cantora
Igor Cavalera___________Baterista
Isabella Fiorentino______ Modelo e apresentadora
Issao Imamura__________Mágico e Ilusionista
Ivan Zimmerman________Locutor esportivo
Jair Messias Bolsonaro (também torce para o Botafogo-RJ)____Político 
Jaqueline Carvalho______________Jogadora de Vôlei
Jayme Matarazzo_______Ator
Jessé_________________Cantor (falecido)
João Gordo_____________Apresentador e cantor
João Paulo_____________Cantor sertanejo (falecido)
Joelmir Beting___________Jornalista
John Hebert_____________Ator
Johnny Franco____________Cantor e Humorista
Jorge Kajuru____________ Jornalista
José Roberto Burnier______Jornalista
José Serra______________ Político
José Vasconcellos________Humorista
Juliana Salimeni_________Modelo
Júlio Medaglia____________Maestro e arranjador
Kid Vinil________________ Cantor
Leandro________________Cantor sertanejo falecido
Leonardo Medeiros________Ator
Leonardo Miggiorin________Ator e cantor
Leopoldo Pacheco_________Ator
Letícia Colin_____________Atriz
Lombardi________________Locutor (falecido)
Lucas Neto______________Jornalista
Luciano_________________Guitarrista CPM 22
Luigi Baricelli____________Ator
Luiz Gonzaga Belluzzo____Economista e político
Magic Paula_____________ Ex jogadora de basquete
Marcello Airoldi__________Ator
Marcelo Negrão___________Jogador de vôlei
Marco Bianchi____________Humorista
Marco Ricca______________Ator
Marcos Kleine_____________Guitarrista Ultraje a Rigor
Marcos Winter____________Ator
Mara Maravilha____________Cantora
Mari Alexandre____________Atriz e modelo
Mariane Oliva_____________Atriz
Marquito_________________Humorista
Matheus Carrieri___________Ator
Mauricio Gasperini_________Vocalista Radio Taxi
Maurício Manieri___________Cantor
Maurício Noriega___________Jornalista esportivo
Mauro Beting______________Jornalista
Max Cavalera______________Músico
Michelly Pettri_____________Modelo e Apresentadora
Miguel Nicolelis____________Médico e cientista
Mariane Oliva_____________Atriz
Moacyr Franco____________Cantor
Munhoz________________Cantor sertanejo (Munhoz e Mariano)
Nair Belo________________Atriz (falecida)
Nicholas Torres___________Ator
Nívea Stellman___________Atriz
Oberdan Cattani__________Ex-jogador
Orestes Quércia__________Político falecido
Oscar Pardini____________Humorista
Osmar Santos____________ex-Locutor e Artista plástico
Otávio Augusto___________Ator
Otávio Mesquita__________Apresentador
Patrícia Limonge__________Atriz
Patrícia Lucchesi__________Modelo e Atriz
Paula Melissa____________Atriz
Paulo (P.A) Pagni_________Baterista RPM
Paulo Bonfá______________Humorista
Paulo Nigro_______________Ator
Paulo Nobre (Palmeirinha)___Piloto de Rally
Paulo Vinícius Coelho______Comentarista e jornalista
Pedro Malta______________Ator
Pedro Paulo Diniz_________Piloto
Priscila Sol______________Atriz
Rampage Jackson_________Lutador
Ratinho__________________Apresentador
Reinaldo Gottino__________Jornalista e apresentador
Reynaldo Gianecchini________Ator
Ricardo Mello______________Tenista
Rick Bonadio______________Jornalista, Crítico musical
Roberto Avalone___________Apresentador e comentarista
Roberto Cabrini___________Apresentador
Roberto Carlos ___________Cantor
Rodolfo Carlos____________Humorista
Rodriguinho______________Músico
Ruy Balla________________Radialista e humorista
Sabrina Parlatore__________Modelo e apresentadora
Salete Lemos_____________Jornalista e apresentadora
Sandro Dias (Mineirinho)____Skatista
Sarah Oliveira_____________Apresentadora
Sérgio Mamberti___________Ator
Sérgio Reis_______________Cantor
Simoninha________________Cantor
Soninha Francine__________Jornalista, política
Tato_____________________Vocalista Falamansa
Thaeme__________________Cantora sertaneja
Thomaz Bellucci___________Tenista
Ugo Giorgetti______________Cineasta
Val Marchiori______________Empresária, socialite
Valentina Francavilla________Modelo (assistente do Ratinho)
Vanessa Gerbeli___________Atriz
Vinny____________________Cantor
Virgínia Nowick____________Atriz
Yves Passarelli____________Guitarrista Capital Inicial




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28.4.12

Eternamente Gonzaguinha



Biografia
Luiz Gonzaga do Nascimento Junior, o Gonzaguinha, nasceu no dia 22 de setembro de 1.945, no Rio de Janeiro. Faleceu há exatos 21 anos.
Gonzaguinha e o pai Gonzagão
Gonzaguinha era filho do cantor e compositor pernambucano Luís Gonzaga (o Gonzagão) e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil.
Compôs a primeira canção "Lembranças da Primavera" aos catorze anos, e em 1961,
com 16 anos foi morar em Cocotá com o pai para estudar. Voltou para o Rio de Janeiro para estudar Economia, pela Universidade Cândido Mendes. Na casa do psiquiatra Aluízio Porto Carrero, conheceu e se tornou amigo de Ivan Lins. Conheceu também a primeira mulher, Ângela, com quem teve dois filhos: Daniel e Fernanda. Teve depois uma filha com a atriz Sandra Pêra, a atriz Amora Pêra.
Foi nessa convivência na casa do psiquiatra, que fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU), com Aldir Blanc, Ivan Lins, Márcio Proença, Paulo Emílio e César Costa Filho. Tal movimento teve importante papel na música popular do Brasil nos anos 70 e em 1971 resultou no programa na TV Globo Som Livre Exportação.
Característico pela postura de crítica à ditadura, submeteu-se ao DOPS, assim, das 72 canções mostradas, 54 foram censuradas, entre as quais o primeiro sucesso, Comportamento Geral. Neste início de carreira, a apresentação agressiva e pouco agradável aos olhos dos meios de comunicação lhe valeram o apelido de "cantor rancor", com canções ásperas, como Piada infeliz e Erva. Com o começo da abertura política, na segunda metade da década de 1970, começou a modificar o discurso e a compor canções de tom mais aprazível para o público da época, como Começaria tudo outra vez, Explode Coração e Grito de alerta, e também temas de reggae, como O que é o que é' e Nem o pobre nem o rei.
As composições foram gravadas por muitos dos grandes intérpretes da MPB, como Maria Bethânia, Simone, Elis Regina, Fagner, e Joanna.
Dentre estas, destaca-se Simone com os grandes sucessos de Sangrando, Mulher, e daí e Começaria tudo outra vez, Da maior liberdade, É, Petúnia Resedá.
Em 1975 dispensou os empresários e se tornou um artista independente, o que fez em 1986, fundar o selo Moleque, pelo qual chegou a gravar dois trabalhos.
Nos últimos doze anos de vida, Gonzaguinha viveu em Belo Horizonte com a segunda mulher Louise Margarete Martins—Lelete e a filha deles, a caçula Mariana.


Morte
Após uma apresentação em Pato Branco, no Paraná, Gonzaguinha morreu aos 45 anos vítima de um acidente automobilístico às 7h30min do dia 29 de abril de 1991, entre as cidades de Renascença e Marmeleiro, enquanto dirigia o automóvel rumo a Francisco Beltrão, depois ia a Foz do Iguaçu.



Discografia
Parada obrigatória para pensar, (1970), Compacto Simples Forma/Philips
Um abraço terno em você, viu mãe, (1970), Compacto Simples Forma/Philips
Africasiamerica/Por um segundo, (1971), Compacto Simples Forma/Philips
Felícia/Plano sensacional/Sanfona de prata, (1971), Compacto Duplo Forma/Philips
Comportamento geral/Um sorriso nos lábios, (1972), Compacto Simples Odeon
Luiz Gonzaga Jr. (1973), LP/CD Odeon
Luiz Gonzaga Jr. (1974), LP/CD Odeon
Os senhores da terra (antologia 1975), LP Museu da Imagem e do Som
Plano de vôo, (1975), LP/CD EMI/Odeon
Começaria tudo outra vez, (1976),LP/CD EMI/Odeon
Moleque Gonzaguinha (1977), LP/CD EMI/Odeon
Recado, (1978), LP/CD EMI/Odeon
Gonzaguinha da vida, (1979), LP/CD EMI/Odeon
De volta ao começo, (1980), LP/CD EMI/Odeon
A vida do viajante. Com Luiz Gonzaga, (1981), LP/CD EMI/Odeon
Coisa mais maior de grande pessoa, (1981), LP/CD EMI/Odeon
Caminhos do coração, (1982), LP/CD EMI/Odeon
"Alô, alô Brasil", (1983), LP/CD EMI/Odeon
Grávido, (1984), LP/CD EMI/Odeon;
Olho de lince/trabalho de parto, (1985), LP/CD EMI/Odeon
Geral, (1987), LP EMI/Odeon
Corações marginais, (1988), LP Moleque/WEA
Luisinho de Gonzaga, (1990), LP WEA/Moleque
Cavaleiro solitário, (1993), LP/CD Som Livre
Luiz Gonzaga Jr. - Gonzaguinha, (2001), CD Universal Music

Coletâneas
Gonzagão e Gonzaguinha-Juntos. Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1991), CD BMG/Ariola;
A viagem de Gonzagão e Gonzaguinha. Gonzaguinha e Luiz Gonzaga, (1994), CD EMI/Odeon;
O talento de Gonzaguinha, (1994), CD EMI/Odeon;
Perfil, (2004), CD EMI/Som Livre;

Homenagem
Simples Saudade, (2001) CD BMG Brasil.


Fonte: Wikipédia  







"O QUE É, O QUE É"
"SANGRANDO"

"JORNAL NACIONAL: A MORTE DE GONZAGUINHA"



Sofrimento Diário




Hoje, um dia normal e simples como todos; feliz para muitos, trágico para outros. Vejo pessoas dizendo: “Bom dia, como vai?”...
Caminhando sob o sol que ilumina a terra e que mal acaba de nascer, vejo coisas impressionantes, coisas que tiram o meu “Bom dia”...meu sorriso é preenchido por uma lágrima.
Muita gente nem dá importância, mas o mundo parece estar prestes a se acabar.
No meu caminho, um simples percurso, vejo diante de mim a minha liberdade presa e massacrada... Sinto como se estivesse no inferno.

Vejo um mendigo ajoelhado diante de um doutor que o exclui de um mundo já cheio de barreiras e fronteiras; 
um cachorro vira-lata lambendo o sangue de mais um que se foi arrastado pela violência urbana e que só deixou no asfalto o seu sangue; 
um velho que traz consigo o peso do cansaço e da revolta por ter trabalhado a vida toda, para hoje estar carregando em seu carrinho de madeira o papelão que vai significar o seu sustento; 
um hospital cheio de filas, mas vazio de atendimento...

Um dia minha mãe me falou que a minha vida seria basicamente crescer, trabalhar, construir uma família e viver em paz, mas, hoje vejo o quanto ela estava enganada, pois minha vida foi construída com tijolos de revolta e sofrimento. Afinal, como poderei viver feliz sabendo que diariamente famílias estão sendo jogadas, abandonadas e pisoteadas pelo sistema?
Será que devo agir como quase todos e simplesmente ignorar?
Não!
Ignorar não é a saída, afinal como posso ignorar as coisas que fazem parte do meu caminho?
Mesmo sabendo que meu caminho é curto, não desisto, tenho que lutar...
 Meu caminho é a minha luta.

E você, enxergue o que está te enxergando hoje!
Não ignore o que está acontecendo e o que vai acontecer se você continuar ignorando!
Busque a solução que está estampada em você mesmo!
Agilize-se e procure despertar o seu idealismo.
Você é a arma!
Ignorar não é a solução!



Renato J. Oliveira                junho de 1.994


(Conto extraído do Zine Agonia Revoltante! # 03, de julho de 1.994)




25.4.12

Tenho medo



Você quer me levar contigo,
mas não sei o que pode me acontecer,

ninguém pode saber.


Será que o outro lado da meia-noite
é escuro como todos pensam?

Ninguém pode saber!





Tenho medo.

Tenho medo de aceitar o que está na minha frente.

Tenho medo de enxergar um futuro no além.

Tenho medo de entender a minha derrota.


Tenho medo,
tenho medo de morrer!



Renato J. Oliveira              29 de julho de 1.992

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Achei esses escritos há algum tempo atrás, num velho caderno, junto com outros pensamentos. Lembrei-me de um período meio que obscuro em minha vida.  Uma fase regada a muito thrash metal, hardcore e punkrock.  Sempre tive uma estranha fixação pelo tema 'morte', mas nessa época essa fixação era muito mais intensa, digamos que até um pouco excessiva.  

Chegava a aflorar MEDO, medo da morte.
Não durou muito...
Apesar dos pensamentos mórbidos, sinto muita saudade dessa época, 
dos meus 14, 15 anos de idade...
Felizmente ainda consigo sentir um pouco daquela imaturidade em mim.
Certamente jamais irei perdê-la, 
ainda bem!

* A foto acima foi tirada em junho de 1991, quando eu tinha apenas 14 anos de idade. 
Nessa época eu curtia muito Guns N' Roses e várias bandas grunge, hard rock, death, thrash metal, hardcore e punkrock. 
Não via a hora de atingir a maioridade.
Hoje vejo o quanto eu era feliz e não sabia.

Ah, as tatuagens eram adesivas. rsrsrsrssrs

Abaixo, fotos de onde um dia certamente entrarei para nunca mais sair.


15 de novembro de 1.997

30 de maio de 1.998