8.2.17

O caos no Espírito Santo


Um dia, em meus tempos de subversão e rebeldia, cheguei a pregar e acreditar na Anarquia, em um mundo "sem governo, sem patrão, sem Deus e sem polícia". 
Eu realmente acreditava que este seria o mundo ideal para se viver. Um mundo onde não houvesse o poder e a autoridade de um homem sobre o outro. Eu achava que a Revolução Social como meio de implementar um regime socialista libertário só traria mudanças benéficas à humanidade como um todo. Em outras palavras, eu era alguém que acreditava em uma UTOPIA, uma doutrina política inaplicável (aqui no blog tem vários textos pessoais que retratam essa minha mentalidade da época - anos 1990 e início dos anos 2000). *
Quando deixei de acreditar no Anarquismo, passei imediatamente a defender o Comunismo e demais ideias da esquerda. Que evolução hein! Claro que não.
Felizmente não demorou muito para me dar conta que a esquerda política só defende aquilo que é ruim e que em NENHUM LUGAR DO MUNDO o Comunismo Socialista ou Científico deu certo. Foram (ou são) muito, muito piores que os governos de Direita. E isso é inconteste em todos os sentidos. Só não vê quem não quer.
Por aqui o PT e sua corja deixou isso muito explícito, já que aqueles que no passado eram vistos como os 'salvadores da pátria' simplesmente arruinaram o país e protagonizaram o MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DO PLANETA! Muito me admira que ainda não tenham prendido o chefe de todo esse esquema sujo, o psicopata inescrupuloso que até no caixão de sua esposa teve a cara de pau de fazer campanha e insinuar que ela morreu por causa da Lava Jato! Como alguém ainda consegue acreditar em um crápula cretino desses?

Mas, enfim, o caos no Espírito Santo é o maior tapa na cara dos 'esquerdopatas' que defendem a desmilitarização da polícia ou até mesmo o fim da instituição policial - que na realidade são os mesmos que defendem o comunismo ou o anarquismo, o fim das religiões, a liberação do aborto e todas as merdas que a esquerda costuma escudar. 
Esses esquerdistas mais radicais certamente se juntariam aos saqueadores que estão roubando lojas e outros estabelecimentos comerciais no ES. Aliás, falando nisso, é deprimente ver cidadãos que tanto criticam a criminalidade, incorporar o espírito de "a ocasião faz o ladrão" e se juntar aos bandidos que arrombam e saqueiam lojas - homens, mulheres e até crianças! A imagem de pessoas correndo com sacolas e mercadorias roubadas é VERGONHOSA. A que ponto chegamos!
 
Eis aí uma pequena amostra de como seria o mundo pintado pelos 'esquerdopatas'. Em 4 dias foram mais de 80 ASSASSINATOS, dezenas de roubos, assaltos, etc...  Em apenas um dia foram 200 FURTOS E ROUBOS A VEÍCULOS na capital (Vitória).
Comércio fechado, postos de saúde, escolas, faculdades... Prejuízo de mais de 4 milhões e meio de reais para o comércio.
As ruas estão desertas em plena luz do dia. A população esta apavorada. O cidadão de bem esta preso e os bandidos estão soltos. E tudo isso em menos de uma semana, tudo isso em um único Estado!
 
Mas, a grande ironia (ou o cúmulo) maior disso tudo é ver agora alguns esquerdistas tentando propor soluções para o caso. Absurdo! Como assim?! Se são exatamente eles que pregam que a polícia não serve pra nada e que na melhor das hipóteses deve ser desmilitarizada. Se são essas mesmas pessoas que costumam gritar frases de efeito contra a polícia em suas manifestações (ou seria quebra-quebra disfarçado de protesto?). Hipócritas e demagogos!
 
Veja bem, não estou questionando a ilegalidade (ou não) da greve e nem tampouco a eficácia da Polícia Militar do Espírito Santo (até porque não tenho conhecimento de causa para falar sobre isso), mas é evidente que alguma providência muito séria precisa ser tomada para que esse tipo de episódio não volte mais a se repetir. A população não merece passar por isso. 
A polícia deve sim ser melhor preparada, mas há que se oferecer, sobretudo, melhores condições de trabalho e salários maiores para os policiais, afinal, ser PM hoje em dia é viver constantemente ameaçado pelo perigo real e iminente de ser alvejado por algum bandido. É uma profissão de altíssimo risco, tanto para o policial quanto para sua família. Isso é fato.

Claro que existem policiais péssimos (sei muito bem disso, pois já me deparei com vários em minha adolescência), mas a maioria faz o seu trabalho dignamente, arriscando a vida e às vezes em condições de trabalho deploráveis, cumprindo jornadas excessivas de trabalho.
 
Mas, já pensou se todos os policiais cruzassem os braços? 

Já pensou se não existisse a polícia?

Já pensou se vivêssemos em um país tal qual almejam os 'esquerdopatas'?

Tente imaginar, não é muito difícil...

Enquanto isso, o Espírito Santo sofre, agoniza...

Que o Espírito Santo recaia sobre o Espírito Santo.


Renato Oliveira              08 de fevereiro de 2017


* Já me perguntaram porque não retirei tais textos punks, anarquistas e esquerdistas do blog. 
A razão é muito simples: em todos eles esta a data em que foram escritos, portanto, não vejo motivo para tal, já que sempre faço questão de deixar muito claro que não acredito mais nisso. Além do mais, mesmo que não seja motivo de orgulho pessoal, tais ideias já fizeram parte de minha história.
Esses textos estão aí para provar que a 'esquerdopatia' tem cura e que qualquer um pode se libertar verdadeiramente deste mal.



6.2.17

O zênite da compreensão


Poderei eu, nessas tantas circunstâncias obscuras da vida, perder todas as coisas materiais, todos os familiares, todos os amigos. Poderei eu até perder a saúde, ser superado pelo esgotamento e definhamento físicos.
Enquanto mantiver a lucidez, jamais serei sobrepujado pelo desespero
E mesmo que eu perca completamente essa percepção consciente, jamais estarei abandonado ou entregue à sorte ateística de um fim ilógico e eterno
Há aqueles que embasam toda a sua existência no materialismo e no determinismo dogmático de uma realidade que se detêm apenas às coisas mundanas e passageiras, não muito diferente de um construtor que no fundo almeja que sua obra venha abaixo assim que ele morrer.
E há aqueles que tocados, sobretudo, pela razão existencial, enxergam um propósito maior, além e aquém desta vida. Encaram o tempo como uma ampulheta que ao se esvair os conduzirá para uma nova realidade, onde o próprio tempo não mais terá fim. São estes os construtores que almejam que suas obras sejam apreciadas, enaltecidas, vislumbradas e que sobrevivam por longos anos, independente de estarem aqui ou não.

Estes últimos certamente são muito mais fortes e resilientes que os primeiros diante dos obstáculos e adversidades da vida.
Estes são os que aceitam que há um sentido maior e transcendental em suas existências.
Estes são os que acataram a irrefutabilidade da existência de um ser supremo, criador de todas as criações e criaturas.
Estes são os que absorveram em si a verdade revelada por Cristo, o único e verdadeiro Deus.
Estes são os que têm fé, que é o ápice e o apogeu do entendimento acerca da verdade inerrante incutida nos ensinamentos e preceitos cristãos.



Renato Oliveira         05 de fevereiro de 2017





28.1.17

Ignorar a Verdade?


“A Verdade reside em nós. Por mais que a ignoremos, por mais que fujamos, um dia, cedo ou tarde, ela se apresenta incólume e absoluta.
Você pode aceitá-la livremente e colher ótimos frutos no fim da colheita.  Mas, você também pode construir a sua verdade, acelerar a colheita e provar imediatamente os frutos. Entretanto, além de correr o risco de provar um fruto ruim, amanhã você não terá nem boa colheita e nem sementes para germinar.      
Fugir da verdade com uma pseudoverdade só lhe trará, no futuro, a infelicidade.” 

 Com Deus você é mais forte
e jamais estará sozinho,
com Deus nem mesmo a morte
findará o seu caminho.



Renato Oliveira                agosto de 2016




22.1.17

Vida após o parto



No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro:

"Você acredita em vida após o parto?"

O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde."


"Bobagem", disse o primeiro. "Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?"

O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora."


O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação."

O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico."


O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum."

"Bem, eu não sei", disse o segundo, "mas certamente vamos encontrar a Mamãe e ela vai cuidar de nós."


O primeiro respondeu: "Mamãe? Você realmente acredita em Mamãe? Isto é ridículo. Se a Mamãe existe, então, onde ela está agora?"

O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir."


Disse o primeiro: "Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe."

Ao que o segundo respondeu: "Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima."



Foi assim que o escritor húngaro Útmutató a Léleknek explicou a existência de Deus.


17.1.17

Os verdadeiros culpados



Sim, nós somos os verdadeiros culpados
e não há nada que advogue a nosso favor;
tudo o que colhemos por nós foi plantado
e o resultado é esse atual quadro de horror.

Erros e mais erros foram replicados,
'em nome da igualdade', 'em nome do amor';
Discurso mentiroso, farsante, dissimulado
que o povo alienado, sem hesitar, abraçou.

Sim, nós somos os verdadeiros culpados,
somos os responsáveis por essa onda de terror;
A guerra civil e a ineficiência do estado
são só reflexos do que nossa inércia causou.

Fomos permissivos, passivos e amuados,
vendo o mal se espalhar sem nenhum pudor;
Agora quem é do bem se encontra encurralado
enquanto os ignóbeis espalham ódio e rancor.

Sim, nós somos os verdadeiros culpados,
mas, não estamos sós a despetalar essa flor;
Erramos como erraram nossos antepassados
e ensinamos os mais jovens a adular quem errou.

Até quando vamos nos permitir ser enganados?
Será que nossa dignidade não tem mais valor?
Não podemos mais permanecer acomodados,
pois o que mais querem é que sejamos robôs!



Somos os verdadeiros culpados...

O que faremos para minar esse estrago?




Renato Oliveira              17 de janeiro de 2017





13.1.17

Argumento Moral (para a existência de Deus)


Você pode ser bom sem Deus? 
Vamos descobrir.
Você vê um gato preso em cima de uma árvore e o ajuda a descer. Incrível! Aí está: prova inegável de que você pode ser bom sem acreditar em Deus.

Mas, espere, a pergunta não é "Você pode ser bom sem acreditar em Deus?"; a pergunta é "Você pode ser bom sem Deus?"

Aqui está o problema!
Se Deus não existe, qual fundamento permanece para que bem  ou mal, certo ou errado, sejam objetivos?

Se Deus não existe, os valores morais objetivos não existem.

E aqui está o porque: sem um ponto de referência objetivo, não temos como dizer que algo está realmente para cima ou para baixo. A natureza de Deus fornece um ponto de referência objetivo para os valores morais; é o padrão ou standard no qual todas as ações e decisões são medidas, mas, se não há Deus, não há nenhum ponto de referência objetivo; tudo que temos é o nosso ponto de vista, que não é mais válido do que o ponto de vista de qualquer outra pessoa. Esse tipo de moralidade é subjetiva e não objetiva; é como uma preferência por sorvete de morango, a preferência está no sujeito, não no objeto, por isso não se aplica a outras pessoas. 

Da mesma forma, a moralidade subjetiva só se aplica ao sujeito; não é válida ou obrigatória para qualquer outra pessoa. Assim, "em um mundo sem Deus, não pode haver nenhum mal e nenhum bem. Nada além de indiferença cega e impiedosa." (Richard Dawkins, ateu, biólogo evolucionista, membro emérito do New College, Oxford).

Deus manifestou a sua natureza moral para nós em forma de mandamentos; eles fornecem o fundamento para deveres morais, por exemplo, o atributo essencial de Deus, o amor, é expresso em seu mandamento "Ama teu próximo como a ti mesmo". Este mandamento fornece um fundamento sobre o qual podemos afirmar a bondade objetiva da generosidade, abnegação e igualdade, e da mesma forma podemos condenar a maldade objetiva da ganância, do abuso e da discriminação. 
Isso levanta um problema: algo é bom só porque Deus assim quer ou Deus  quer algo porque é bom?
A resposta é: nenhum. Em vez disso, Deus quer alguma coisa porque Deus é bom. 

Deus é o padrão dos valores morais. 
Assim como um espetáculo musical ao vivo é o padrão para uma gravação de alta fidelidade; quanto mais uma gravação soa como original, melhor ela é. Da mesma forma, quanto mais perto uma ação moral está em conformidade com a natureza de Deus, melhor é. 

Mas, se o ateísmo é verdadeiro, não existe um padrão definitivo e então não pode haver obrigações ou deveres morais. Quem ou o que estabelece tais deveres sobre nós? Ninguém.

Lembre-se: para o ateu, seres humanos são apenas acidentes da natureza. Animais altamente evoluídos. Mas, os animais não têm obrigações morais um para com o outro; quando um gato mata  um rato, ele não está fazendo nada moralmente errado, o gato está apenas sendo um gato. 

Se Deus não existe, então devemos ver o comportamento humano da mesma forma; nenhuma ação deveria ser considerada moralmente certa ou errada. Mas, o problema é: bem e mal, certo e errado existem?
Assim como a nossa experiência sensorial nos convence que o mundo físico é objetivamente real, a nossa experiência moral convence-nos de que os valores morais são objetivamente verdadeiros. 

Toda vez que você diz: "Hei, isso é uma injustiça,  isso é errado!", você afirma sua crença na moralidade objetiva. Estamos todos bem conscientes de que o abuso de crianças, a discriminação racial e o terrorismo são errados para todo mundo, sempre. Isto é apenas uma preferência ou uma opinião pessoal? 
Não.


"O homem que diz que é moralmente aceitável estuprar criancinhas está tão errado quanto o homem que diz 2 + 2 = 5" (Michael Ruse, ateu, filósofo da Ciência, prof. na Universidade Estadual da Flórida) 


Isso tudo equivale então a um argumento moral a favor da existência de Deus. 

Se Deus não existe, valores e deveres morais objetivos não existem. 

Mas, os valores e deveres morais existem. Portanto, Deus existe. 


O ateísmo não fornece um fundamento para a realidade moral que cada um de nós experimenta todos os dias. 

Na verdade, a existência de moralidade objetiva nos aponta diretamente para a existência de Deus.


Reasonable Faith with William Lane Craig - ReasonableFaith.org/moral







6.1.17

A Sintonia Fina do Universo (Reasonable Faith)


Das galáxias e estrelas, até os átomos e partículas subatômicas, a própria estrutura do nosso universo é determinada por esses números:

Velocidade da luz: c=299,792,458 m/s
Constante Gravitacional: G=6.673 x10-11 Nm2/kg2 
Constante de Planck: 1.05457148 x 10-34 m2 kg s-2
Massa-Energia Planck: 1,2209 × 1019 GeV
Massa do Elétron, Próton e Nêutron: 0.511; 938.3; 939.6 MeV
Proporção de Massa de Elétron para o Próton: 1836.15. 1/2 
Constante Gravitacional de Acoplamento: 5,9 x10  
Constante Cosmológica: (2.3x10-30 eV)-4
Constante de Hubble: 71 km/s/Mpc
Valor esperado do Vácuo de Higgs: 246 GeV

Estas são as Constantes e Quantidades fundamentais do universo. 


Os cientistas chegaram à chocante conclusão que cada um desses números foi cuidadosamente marcado em um valor surpreendentemente preciso, um valor que se encaixa em uma faixa muito estreita que permite a vida. Se qualquer um destes números fosse alterado em até mesmo um fio de cabelo, nenhuma vida física interativa de qualquer tipo poderia existir  em qualquer lugar. Não haveria estrelas, vida, planetas e nenhuma química.

Considere a gravidade, por exemplo; a força da gravidade é determinada pela Constante Gravitacional F=G m1m2 r2.  Se esta constante variasse apenas uma em 10 elevado a 60 partes, nenhum de nós existiria.

Para entender como extremamente estreita é esta faixa que permite a vida, imagine um mostrador dividido em 10 elevado a 60 incrementos.
Para entender quantos pontos minúsculos no mostrador isso representa, compare com o número de células de seu corpo ou  com o número de segundos que se passaram desde que o tempo começou.
Se a Constante Gravitacional estivesse fora de sintonia por apenas um desses infinitamente   pequenos incrementos, o universo teria se expandido e se destruído tão rapidamente que nenhuma estrela poderia ter se formado e a vida não poderia existir; ou teria entrado em colapso sobre si mesmo com o mesmo resultado: sem estrelas, sem planetas, sem vida.

Ou considere a taxa de Expansão do Universo; isto é governado pela Constante Cosmológica. Uma alteração do seu valor, por meramente uma parte em 10 elevado a 120 partes, faria com que o universo se expandisse muito rapidamente ou muito lentamente. Em ambos os casos novamente o universo não permitiria a vida. 

Ou outro exemplo de Sintonia Fina: Se a massa e a energia do universo primitivo não fossem distribuídas uniformemente para uma precisão incompreensível de uma parte elevado em 10 elevado à décima potência, elevado a 123, o universo seria hostil à vida de qualquer espécie. 

O fato é que o nosso universo permite a vida física e interativa somente porque este e muitos outros números foram independente e requintadamente equilibrados sobre um fio de navalha.


"Onde quer que os físicos olhem, eles veem exemplos de sintonia fina." 
(Sir Martin John Rees, astrofísico britânico).

"O fato notável é que os valores desses números parecem ter sido muito finamente ajustados para tornar possível o desenvolvimento da vida." 
(Stephen Hawking, físico britânico). 

"Se alguém afirma não ser surpreendido pelas características especiais que o universo tem, ele está escondendo a cabeça na areia. Estas características especiais são surpreendentes e improváveis." 
(David Deutsch, físico israelense).

Qual é a melhor explicação para este fenômeno surpreendente? 

Existem três opções possíveis; a Sintonia Fina do Universo se deve ou a Necessidade Física, ou Acaso, ou Design

Qual dessas opções é a mais plausível?

De acordo com a alternativa "Necessidade", o universo deve permitir vida; os valores exatos destas constantes e  quantidades  não poderiam ser diferentes. Mas, isso é plausível?
Um universo que proíbe a vida é impossível? Longe disso. Não é apenas possível, é muito mais provável do que um universo que permite a vida. As constantes e as quantidades não são determinadas pelas leis da natureza. Não há nenhuma razão ou evidência para sugerir que a Sintonia Fina é necessária.

Que tal o "Acaso"? Será que fomos muito, muito, muito sortudos? 
Não. As probabilidades envolvidas são tão ridiculamente remotas que colocam a Sintonia Fina bem além do alcance do acaso.
Assim, em um esforço para manter viva essa opção, alguns tem ido além da ciência empírica e optaram por uma abordagem mais especulativa conhecida como multiverso. Eles imaginaram um gerador de universos que cria um número tão grande deles que existem chances de eventualmente surgirem alguns que  permitem vida. 
No entanto, não há nenhuma evidência científica para a existência deste multiverso; não pode ser detectado, observado, medido ou provado. E o gerador de universos, em si, precisaria de uma enorme quantidade de Sintonia Fina.
Além disso, pequenas áreas de ordem são muito mais prováveis do que áreas grandes. Assim, o universo mais provável e observável seria pequeno, habitado por um único e simples observador. 
Mas, o que realmente observamos é o que menos esperamos: um vasto universo, espetacularmente complexo, altamente ordenado e habitado por milhares de milhões de observadores, ou seja, mesmo que o multiverso existisse,  que é um ponto discutível, não faria nada para explicar a  Sintonia Fina. 

Dada a improbabilidade na Necessidade Física ou Acaso, a melhor explicação para porque o universo é finamente sintonizado para a vida, pode muito bem ser que ele foi projetado dessa forma.


"Uma interpretação de senso comum dos fatos, sugere que um superintelecto mexeu com a física... e que não existem forças cegas dignas de se comentar a respeito na natureza. Os números que se calculam a partir dos fatos parecem-me tão avassaladores a ponto de quase não poder questionar esta conclusão." 
(Fred Hoyle, astrônomo britânico)


"Existe para mim poderosa evidência de que há algo acontecendo por trás de tudo... parece como se alguém detalhadamente afinou os números da natureza para fazer o universo. A impressão do design é esmagadora." 
(Paul Davies, físico britânico)


"Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite." 
(Rei Davi) Salmo 19:1-2


Reasonable Faith    reasonablefaith.org/




5.1.17

Novo passado presente em sua história


Eis o novo!

Olha você cometendo os mesmos erros de novo!
Fazendo de velhas atitudes, atitudes atuais;
mais uma vez procurando cabelo em ovo,
perdido em suas contradições perceptuais.



Morre o passado!

Mas, você atrela-se a ele, desesperado,
não consegue dele se separar;
torna-se um 'contemporâneo ultrapassado';
novas ideias ou descobertas você vai sempre rejeitar.



Eis o passado, eis o presente!

Eis a realidade que você consente:
só o seu orgulho permanece igual;
és o dono da razão e o ser mais inteligente
e só a minoria que te segue é de fato racional.



Eis o futuro, o futuro que te espera!

Uma realidade que aos poucos te degenera,
baseada em erros que você insiste em repetir.
Mas, você no fundo sabe que sua oratória não é sincera
e cedo ou tarde sua ilusão há de sucumbir.



Eis a sua vida e a sua história!


Não existem frutos, nem louros, nem glórias,
só os estragos causados pelas suas bandeiras
e pela defesa das indefensáveis doutrinas ilusórias;
eis a sua vida jogada fora: ruína eterna, derradeira...




Renato Oliveira              04 de janeiro de 2017


31.12.16

Poesia para Deus


Oh Senhor, meu Deus, Deus de luz e de amor,
o que estamos fazendo?
Imagino a Vossa amargura e a Vossa dor
diante de tudo que está acontecendo.

Nós entendemos tudo errado, Senhor Jesus;
na verdade não entendemos nada;
falta-nos entendimento, falta-nos a luz;
nós nos desviamos, saímos da reta estrada.

Julgamo-nos senhores do mundo, os reis do universo;
pisamos em Vossa lei, em Vossos mandamentos,
o homem tornou-se vil, tornou-se perverso
e sua ruína avança em total recrudescimento.

Diz o insensato que Deus não existe,
cria para si a sua própria 'verdade';
apontam para Ti com o dedo em riste,
atacando Vosso nome e Vossa santidade.

Deturpam a Vossa Palavra e a Vossa doutrina,
colocam-se acima do bem e do mal,
contrariam tudo o que a Santa Igreja ensina;
tudo em nome do prazer carnal.

Ensina-nos, oh Pai, a ter sabedoria,
livrai o homem de sua abismal ignorância,
para que de Ti não mais façam alegoria,
para que se extinga a humana arrogância.

Oh Senhor, tende piedade de nós,
tende misericórdia da humanidade;
console a todos os que se sentem sós,
pois nada somos sem a Vossa verdade.

Muitos duvidam da Vossa justiça,
muitos olvidam da Vossa onipresença,
acham que a Vossa mão permanece omissa
e que nao haverá jugo ou nenhuma sentença.

É o livre arbítrio a serviço da iniquidade,
o homem desviado de Vossos preceitos,
pregam um deus de injustiça, um deus de maldade,
esquecendo Jesus e seus maravilhosos feitos.

A Bíblia mutilada, distorcida, mal interpretada
virou uma arma na mão dos devassos;
a cada dia uma nova seita ou religião é fundada,
levando o homem à confusão e ao fracasso.

Oh Virgem Maria, Mãe santíssima intercessora,
rogai por nós, impuros e pecadores,
intercedei por nós, oh Mãe, auxiliadora,
para que tenhamos alívio em nossas dores.

Oh Senhor Jesus Cristo, meu Deus, meu Salvador,
perdoa-me, oh Pai, pois sou apenas um tolo
que acabou se desviando do Seu infinito amor
e que hoje, arrependido, anatemiza o antigo dolo.

Reconheço, Senhor, todos os meus pecados,
peço perdão pelas falhas e pela minha fraqueza,
sei que hoje ainda não sou digno de estar ao Seu lado,
mas é o que eu mais desejo, com toda certeza.

Peço a intercessão de todos os santos,
para que Deus me guie todos os dias,
para que se finde o sofrimento e o pranto,
pela intercessão da Santíssima Virgem Maria.

Meu Deus, muito obrigado pela dádiva da vida,
espero agradá-lo e não mais desviar-me,
que a Vossa Verdade seja por mim absorvida
e que em tudo eu a aplique para orientar-me.

Pedirei perdão até o fim dos meus dias,
por todas as vezes que pequei contra Ti,
faça de mim, Senhor, a Vossa moradia,
onde Tua Palavra esteja, também eu esteja ali.

Livra-me, Senhor, da maldade humana,
não permitas que eu Vos desagrade,
salva-me, Jesus, da tentação mundana,
que eu seja forte e não mais me degrade.

Prometo, meu Pai, esforçar-me para agradá-lo,
lutar contra os impulsos da imoralidade,
enaltecer Vosso nome, louvá-lo e glorificá-lo;
para que seja feita a Vossa santa vontade.

Muito obrigado, meu Deus, por tudo!
Perdoa-me se outra vez eu pecar;
sei que minha fé é o meu maior escudo
para que somente a Ti eu possa adorar.

Muito, muito obrigado meu Deus!
Pelo mundo, pela vida, por tudo isto!
Salve Virgem Maria, mãe de Deus!
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!



Amém!


Renato Oliveira     31 de dezembro de 2016










29.12.16

O Sangue Incorrupto de São Januário (S. Genaro)


Ao longo de séculos, muitos cientistas têm tentado explicar a milagrosa liquefação do sangue incorrupto de São Genaro, todos, sem exceção, sem nenhum sucesso. Há alguns anos, a astrofísica italiana Margarita Hack afirmou que "Trata-se simplesmente de um composto químico feito a base de ferro, preparado na Idade Média,  e que se mantém  sólido se  não for mexido e assume estado líquido quando agitado".
Ora, o que Margarita e tantos outros cientistas fazem questão de ignorar é que o conteúdo das ampolas não é apenas uma mistura ou composto químico, trata-se realmente de sangue humano incorrupto, como demonstrou o cientista Sperindeo  em 1902, quando então submeteu o conteúdo das ampolas a  um exame eletroscópio. E, ao contrário das substâncias químicas criadas para tentar reproduzir o fenômeno, o sangue de São Januário conforme inúmeras verificações, “produz-se espontaneamente, sob as mais variadas circunstâncias, independentemente da temperatura ou do movimento, o sangue passa do estado pastoso ao fluido e, até, fluidíssimo. A liquefação ocorre da periferia para o centro e vice-versa. Algumas vezes, o sangue liquefaz-se instantânea e inteiramente, ou, por vezes, permanece um denso coágulo em meio ao resto liquefeito. Altera-se o colorido: desde o vermelho mais escuro até o rubro mais vivo. Não poucas  vezes surgem bolhas e sangue fresco e espumante sobe rapidamente até o topo da ampola maior.”.

A liquidificação pode estar completa em 5 ou 6 minutos, ou em algumas ocasiões, no decorrer de um dia inteiro. Ou mesmo durantes 2 dias ou até mais. A substância das ampolas não se parece e nem se comporta como as recriadas em laboratório.  As ampolas são da época romana e estão fechadas hermeticamente e com poteia (óxido de estanho) tão forte que certamente se quebrariam ao abri-las. Não há nenhuma entrada de ar nas ampolas e elas nunca foram abertas. A ampola maior possui 60 cm cúbicos de volume; a menor tem capacidade de 25 cm cúbicos. Em geral, o sangue endurecido ocupa até a metade da ampola maior; na menor, encontra-se disperso em fragmentos. Outro fato curioso e inexplicável envolvendo o milagre da liquefação é que há uma variação do volume: algumas vezes diminui e outras vezes aumenta até o dobro. Varia também quanto à massa e quanto ao peso. O peso aumenta enquanto o volume diminui. Esse acréscimo de peso contraria frontalmente o princípio da conservação da massa (uma das leis fundamentais da Física) e é absolutamente inexplicável, pois as ampolas encontram-se hermeticamente fechadas, sem possibilidade de receber acréscimo de substâncias do exterior. As substâncias recriadas em laboratório são estáticas e obedecem alguns padrões, portanto, não esclarecem e nem tampouco desvendam o milagre.

E mesmo que validemos a hipótese de qualquer líquido ou substância de laboratório ser o mesmo ou semelhante ao sangue das ampolas, estes teriam que passar pela avaliação do tempo, ou seja, essa substância teria que continuar repetindo  a liquefação por séculos. De qualquer forma, isso  não explicaria a exatidão dos fenômenos que se repetem há mais de 600 anos três vezes por ano: no sábado que precede o 1º domingo de maio; no dia 19 de setembro que é a festa do Santo e em 16 de dezembro, aniversário da erupção do Vesúvio em 1631. Naquele ano o vulcão despertou e sua fúria flamejante ameaçava destruir toda a cidade de Nápoles; o povo então organizou uma procissão levando a cabeça do mártir e uma ampola com o sangue sagrado até a Igreja de Santa Catarina, em Formiello, próximo à montanha incandescente. Naquele exato momento a erupção parou. O milagre já havia se repetido no ano 472, quando então os napolitanos rogaram proteção ao mártir cristão, cessando imediatamente a fúria do vulcão. Em 1882 a cólera estava assolando os arredores de Nápoles; o povo rogou diante do sangue de São Januário e a cidade foi poupada da terrível doença. 

Todos estes acontecimentos estão amplamente relatados e não há dúvida quanto à veracidade de todos eles.



São Januário nasceu em Nápoles, Itália, no ano 270 d.C. No ano 302 foi ordenado sacerdote e, algum tempo depois Bispo de Benevento. 
No ano 304 o imperador romano Diocleciano estabeleceu um regime de violenta perseguição ao Cristianismo, o qual culminou com a morte de milhares de cristãos, inclusive a de São Januário. Diante do pró-cônsul Timóteo, São Januário  negou-se a acender incensos aos deuses pagãos e foi sentenciado à morte. Jogaram-lhe numa fornalha em brasas, porém ele saiu ileso. Depois tentaram jogar-lhe às feras (no anfiteatro de Puzzoles), entretanto os leões, tigres e leopardos famintos, prostraram-se diante do santo e lamberam-lhe os pés. Mesmo com pedidos de clemência por parte do povo, Timóteo mandou decapitar São Januário (ao lado de outros cristãos) na praça Vulcânia, no dia 19 de setembro de 305.
Alguns devotos se encarregaram de recolher o corpo do santo enquanto uma mulher chamada Eusébia coletou parte do sangue (como era de costume quando algum cristão era martirizado) e o preservou em sua casa. Somente por volta do ano 315 (10 anos depois da morte do santo), a católica Eusébia entregou o sangue de São Januário ao Bispo de Nápoles – nessa ocasião ele teria se liquidificado pela primeira vez.  

Desde o ano 1389 a milagrosa liquefação do sangue de São Januário vem sendo observada e desde 1659 todas elas vêm sendo devidamente anotadas, perfazendo hoje mais de 10 mil registros. 
Também existem mais de 5 mil processos  antigos que confirmam tais registros.

Nas raras ocasiões em que o sangue do santo mártir não se liquidificou, aconteceram terríveis catástrofes, como: epidemias em Nápoles, perigosas erupções do Vesúvio e o começo da 2ª Guerra Mundial.


texto: Renato Curse

(extraído do livro "Ex-ateu, graças a Deus!")









SANGUE DE SÃO JANUÁRIO NÃO SE LIQUEFEZ!

Mídia Vaticana, 17/12/2016

O milagre do sangue de São Gennaro (ou São Januário)  não se renovou.

Em Nápoles, as 19:15 de ontem, a ampola contendo o sangue do santo foi colocado, como nos anos anteriores, na Capela do Tesouro de Duomo de San Gennaro para veneração pública. No dia do chamado “miracolo laico” –  o dia em que é dito que o Santo parou a lava antes que pudesse entrar na cidade – o sangue do santo não se liquefez.

Desde o primeiro milênio, o sangue de San Gennaro [272-305 d.C] se liquefaz três vezes ao ano. O milagre ocorre ordinariamente em três datas: No sábado que antecede o primeiro domingo de Maio, aniversário da primeira transladação; 19 de setembro, festa do martírio de Gennaro e 16 de dezembro, data em que atrui-se ao santo o prodígio de conter a erupção do vulcão Vesúvio, em 1631.

Segundo uma antiga tradição, quando o sangue de San Gennaro não se liquefaz, está prenunciado grandes catástrofes. De fato, as ultimas vezes que o sangue do santo não se liquefez precedeu a primeira e a segunda guerra mundial.

Tendo em vista isto, Dom Vincenzo De Gregorio, abade da capela, dirigindo-se aos fiéis,  disse: “Não devemos pensar sobre desastres e calamidades. Nós somos homens de fé, e temos de continuar a orar“.









Depois de sinal de São Januário: atentado em Berlim, terremoto no Equador e assassinato de embaixador da Rússia

No dia 16 de dezembro, o sangue de São Januário não se liquefez, como habitualmente acontece todos os anos em Nápoles, na Itália.

Segundo informa o jornal italiano ‘La Stampa’, o sangue custodiado em uma ampola em um relicário – que costuma se liquefazer no primeiro domingo de maio, no dia 19 de setembro, festa do santo, e no dia 16 de dezembro – não se liquefez como normalmente acontece nessas datas.

A razão da liquefação em 16 de dezembro é porque neste dia, em 1631, o santo conseguiu que a cidade não fosse afetada pela erupção do vulcão Vesúvio.

Quando o milagre da liquefação do sangue não ocorre, “sempre esteve ligado a momentos nefastos da história da cidade” como guerras, epidemias e terremotos, explica ‘La Stampa’.

Diante dessa situação, o abade da capela dos tesouros na Catedral de Nápoles, Mons. Vincenzo De Gregorio, exortou a “não pensar em calamidades ou desgraças. Nós somos homens de fé e devemos seguir rezando”.

O sangue seco de São Januário é preservado em duas ampolas de vidro e tradicionalmente se liquefaz três vezes por ano: o primeiro domingo de maio, 19 de setembro, a festa do Santo e 16 de dezembro. A Igreja diz que o milagre acontece graças à dedicação e orações dos fiéis.

O milagre consiste em que a massa de sangue seco vermelho, aderida a um dos lados da ampola, se converte em sangue completamente líquido após vários minutos, chegando a cobrir todo o vidro.

O processo de liquefação, às vezes, demora horas, até mesmo dias ou, em certas ocasiões, não acontece, como desta vez.

Em 21 de março de 2015, enquanto o Papa Francisco dava alguns conselhos aos religiosos, sacerdotes e seminaristas de Nápoles, também ocorreu o milagre de São Januário e o sangue se liquefez.

Antes dessa ocasião, a última vez em que o milagre havia ocorrido com um Pontífice tinha sido em 1848, com Pio IX. Não aconteceu quando João Paulo II e Bento XVI visitaram a cidade em outubro de 1979 e no mesmo mês de 2007, respectivamente.

Fonte da Notícia: Aci Digital





Três dias depois – 19 de dezembro de 2016

Atentado terrorista em Berlim: um caminhão conduzido por um muçulmano atropela dezenas de pessoas dentre as quais uns morreram e outros ficaram feridos;

– Ocorre um terremoto no Equador matando dezenas e deixando inúmeros feridos, além da destruição causada;

– E o mais grave e que preocupa enormemente as relações internacionais: um agente especial das forças turcas assassina o embaixador russo para a Turquia, Andrej Karlov, diante das câmeras enquanto fazia um discurso num museu de artes em Ancara, capital do país muçulmano.

Essa última notícia é a que mais alarma a todos, uma vez que pode gerar reações imprevisíveis no complexo cenário do Oriente Médio podendo ser mais um agravante no desenvolvimento de uma Terceira Guerra Mundial.

Oremos sem cessar pela paz a fim de que o mundo supere os ódios, a destruição e a fragmentação da humanidade gerada pela guerra.





22.12.16

Mensagem final de um bebê abortado


Cheguei a acreditar na ilusão de que fui desejado, programado, esperado, amado...
Longe, muito longe disso.
Na verdade, desde que ela tomou conhecimento sobre a minha existência, tenho sido mencionado como um acidente, um descuido.
Naquele momento de gozo e felicidade nenhum dos dois sequer imaginava que eu pudesse 'acontecer'. Mas, eu aconteci.
Sou o indesejado e indesejável fruto de um 'descuido' e, como tal, sei que não sou querido e que nunca serei bem-vindo no mundo dela. Ela me chama de 'amontoado de células'.
O mundo dela, apesar de muito grande, não comporta espaço suficiente para mim. Ela vive repetindo para si mesma que nunca esteve preparada para essa situação e que não importa quando, mas vai me tirar daqui.
Não tenho a mínima chance de defesa se ela realmente estiver disposta a fazer isso, afinal, sou só um 'amontoado de células'.
Mas, eu torço muito para que os dias passem rápido e que ela acabe se apegando a mim, embora eu ache isso muito difícil.
A repulsa dela contra mim e o seu desejo de me ver definitivamente fora da sua vida acabaram se transformando, respectivamente, em obsessão e 'questão de honra'.
Questão de honra justamente porque ela, pelo pouco que ouvi, sempre lutou por causas feministas, algumas das quais só dizem respeito à minha saída de sua vida.
Fico imaginando como seria seu rosto; ela tem uma voz linda.
Como eu queria que ela me fizesse um carinho em seu ventre, para que eu pudesse sentir pelo menos uma vez na vida o que é ser querido, algo que jamais aconteceu nessas quase doze semanas.

Lembro quando ela se deu conta da minha existência. Foi um dia inesquecível.
Depois de fazer o teste duas vezes, ela começou a chorar, e eu, na ocasião com pouco mais de sete semanas, cheguei a pensar que fosse um choro de alegria. Mas não era.
E eu pude sentir meu pequenino coração acelerar a cada novo golpe que ela desferia em sua própria barriga, a minha morada.
Não sei se fisicamente doeu tanto nela quanto doeu em mim, mas tenho absoluta certeza que minha dor na alma foi muitíssimo maior que a angústia que ela estava sentindo.

Um dia depois de saber que eu estava com e dentro dela, algumas amigas, também feministas, vieram visitá-la. Todas foram abertamente favoráveis à sua decisão de me abandonar, inclusive mencionando meios para que isso ocorresse sem riscos para ela.

Dois dias após essa visita comecei a sentir dores alucinantes no meu pequeno corpo em formação. Espasmos incontroláveis. Ela também acabou passando mal e por fim, mesmo contra sua vontade, acabou expelindo os comprimidos que acabara de ingerir com o intuito de me tirar de sua vida.

Eu sobrevivi. E fui sobrevivendo em meio ao sentimento de rejeição e a dores constantes, quase que intermináveis. 
Apesar de tudo isso, ainda a amo. Sei que ela vai desistir do plano B bem na hora H.
Esse plano B tem dia, hora, local e nome.
É hoje, às dezenove horas, na casa de uma senhora bastante solicitada para esse tipo de coisa; o nome é o mesmo do plano A.
Eu consigo sentir a sua ansedade, o seu desejo de ver esse 'amontoado de células' sair de uma vez por todas de sua vida.
Como sempre, ela só está pensando nela: "Será que vai doer?".
Eu não represento nada, não sou nada. Ela tem o direito de escolher, eu não. Ela tem o direito de lutar por seu direito, mas tira o meu direito à VIDA. Ela agora está preocupada com o fato de que provavelmente vai sentir dor, mas em nenhum momento parou para pensar no quão doloroso deve ser ter o seu corpo perfurado por uma agulha enorme.

Enfim, chegou a hora.
Os planos A e B de minha mãe não foram os planos de Deus traçados para mim.
Em sua onisciência, Deus certamente já sabia que ela faria isso, afinal, Ele sempre sabe de tudo e nada escapa aos seus olhos, assim como nada escapará de sua justiça.
Não é o que Deus queria, porém, minha mãe procurou fazer uso de seu livre arbítrio da pior maneira possível. Ela nem me deu a chance de exercer o meu livre arbítrio.
Sei que nunca seria desejado, programado, esperado, amado - mesmo que ela realmente me amasse. É que eu não seria um filho.
Deus havia traçado para mim um plano onde minha mãe me desejasse, onde eu viesse para ser motivo de felicidade, não de repulsa e asco.

Que triste ironia: a minha mãe, uma mulher tão engajada nas causas feministas, acabou assassinando uma mulher.
Sim, eu poderia ser a filha amada ou até odiada desta mulher que acabara de me matar, mas, com toda certeza, o que eu jamais seria em toda minha vida é esse tipo de mulher que, sob o pretexto de lutar pela igualdade, declara o homem seu inimigo e acaba cometendo crimes terríveis como assassinato. 
Quanto ao nome dos planos A e B, curiosamente estas duas letras formam as iniciais deste assassinato: ABORTO.

Se minha mãe pudesse ter visto por antecipação o meu rosto, sei que não teria coragem de me matar.
Ela me privou do direito de viver ao seu lado, mas não me privou de viver eternamente ao lado de Deus; um Deus que ela não acredita, mas que querendo ou não, vai ter que prestar contas um dia.
Neste dia gostaria de poder olhar em seus olhos e lhe dizer que sinto muito, muito mesmo.
Que pena que você nunca quis ouvir a voz de Deus que durante toda sua vida falou à sua consciência. Você preferiu fazer as escolhas que você falsamente julgava serem racionais, lógicas.
Agora jaz a razão humana, jaz o materialismo, jaz o mundo natural, jaz a sua luta, jaz o seu feminismo, jaz tudo.

Tarde demais.

Que pena, mamãe, que pena.


Renato Curse     22 de dezembro de 2016





ABORTO É CRIME! E é um crime monstruoso, desumano e sobretudo covarde, já que não oferece à vítima qualquer chance de defesa. Amontoado de células? Ora, vocês são um amontoado de células! O que vocês aprenderam sobre ciências e biologia? A VIDA SE INICIA NO MOMENTO DA CONCEPÇÃO. Um feto de um dia, um mês, três meses, não importa, já é um SER HUMANO. Não existe nenhuma diferença entre matar um feto de três semanas e matar um recém-nascido, ou mesmo um ser humano adulto. Vida humana é vida humana, independente de sua idade. Se partirmos do pressuposto de que aborto não é crime porque o feto não tem consciência ou que não sente dor (???), então também não é crime matar um recém-nascido, ou um doente de Alzheimer, ou mesmo assassinar alguém depois de lhe aplicar morfina, anestesiar ou deixar inconsciente, já que em todos estes casos a vítima não teria consciência e até estaria anestesiada. 
Felizmente a grande maioria das mulheres são radicalmente contra este crime cruel. Do contrário a luta anti-aborto certamente seria taxada de 'machista' por essa laia de feministas, esquerdistas e o cacete. Já pensou se a mãe de vocês, partidários pró-aborto, tivessem pensado como vocês pensam? Vocês lutam por tantos direitos, mas pisam no maior direito de todos: o direito à vida! Quanta hipocrisia.
Hoje me envergonho profundamente de um dia ter defendido essa causa absurda. 













ABORTO: O GRITO SILENCIOSO




DOCUMENTÁRIO BLOOD MONEY (dublado)




Aqui está uma lista de 40 citações de médicos especialistas e livros de medicina que provam que a vida humana começa na concepção / fertilização.

"O ciclo de vida dos mamíferos começa quando um espermatozóide entra em um óvulo."
Okada et al., NATURE 463: 554 (28 de Janeiro de 2010)

2. "Fertilização é o processo pelo qual macho e fêmea gametas haploides (espermatozoide e óvulo) se unem para produzir um indivíduo geneticamente distinto."
Signorelli et al., TECIDO CELULAR RES. 349 (3): 765 (20 de março de 2012)

3. "O oviduto ou trompa de Falópio é a região anatômica onde cada nova vida começa em espécies de mamíferos. Depois de uma longa viagem, os espermatozoides encontram o oócito no local específico do oviduto chamado ampola, e ocorre a fertilização. "
Coy et ai., Roles of the oviduct in fertilization, REPRODUCTION 144 (6): 649 (1 de outubro de 2012).

4. "Fertilização - a fusão de gametas para produzir um novo organismo - é o culminar de uma infinidade de processos celulares intrinsecamente regulados."
Marcello et ai., Fertilisation, ADV. EXP. BIOL. 757: 321 (2013). Institutos Nacionais de Saúde, Medline Plus Merriam-Webster Medical Dictionary (2013).

5. "A própria definição do governo atesta o fato de que a vida começa na fecundação. De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde, "fertilização" é o processo de união de dois gametas (óvulo e espermatozóide), onde o número cromossômico somático é restaurado e o desenvolvimento de um novo indivíduo é iniciado.
Steven Ertelt "Fato científico incontestável: a vida humana começa na concepção ou fertilização" LifeNews.com11 / 18/13

6. "A vida humana começa na fecundação, o processo durante o qual um gameta masculino ou esperma (spermatozoo developmentn) une-se com um gameta fêmea ou oocyte (ovo) para formar uma única pilha chamada um zygote. Essa célula altamente especializada e totipotente marcou o início de cada um de nós como um indivíduo único." " Um zigoto é o começo de um novo ser humano (isto é, um embrião) ".
Keith L. Moore, The Developing Human: Clinically Oriented Embryology, 7ª edição. Philadelphia, PA: Saunders, 2003. pp. 16, 2.

7. "Nessa fração de segundo, quando os cromossomos formam pares, será determinado o sexo da nova criança, as características hereditárias recebidas de cada pai serão estabelecidas e uma nova vida terá começado".
Kaluger, G., e Kaluger, M., Human Development: The Span of Life, página 28-29, The CV Mosby Co., St. Louis, 1974.

8. Um livro de texto de embriologia descreve como o nascimento é apenas um evento no desenvolvimento de um bebê, não o início de sua vida:
"Deve sempre ser lembrado que muitos órgãos ainda não estão completamente desenvolvidos por termo e o nascimento deve ser considerado apenas como um incidente em todo o processo de desenvolvimento".
F Beck Human Embryology, Blackwell Scientific Publications, 1985 página 6

9. "É a penetração do óvulo por um espermatozóide e a mescla resultante de material nuclear traz à união que constitui a iniciação da vida de um novo indivíduo".
Clark Edward e Corliss Patten's Human Embryology, McGraw-Hill Inc., 30

10. "Embora seja costume dividir o desenvolvimento humano em períodos pré-natal e pós-natal, é importante perceber que o nascimento é meramente um evento dramático durante o desenvolvimento resultando em uma mudança no ambiente".
The Developing Human: Clinical Oriented Embryology quinta edição, Moore e Persaud, 1993, Saunders Company, página 1

11. "Seu bebê começa como um ovo fertilizado ... Durante as primeiras seis semanas, o bebê é chamado de embrião."
Assistência Pré-natal, Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, Divisão de Saúde Materno-Infantil, 1990

12. "Landrum B. Shettles, MD, PhD foi o primeiro cientista a ter sucesso na fertilização in vitro:" O zigoto é a vida humana ... .há um fato que ninguém pode negar; Os seres humanos começam na concepção.
"Zigoto é um termo para uma vida recém-concebida após o esperma eo óvulo se encontrarem, mas antes que o embrião comece a se dividir".
De Landrum B. Shettles "Ritos da vida: a evidência científica para a vida antes do nascimento" Grand Rapids, MI: Zondervan, 1983 p 40

13. O livro de medicina,  antes de nascermos - Fundamentos de Embriologia e defeitos de nascimento , afirma:
"O zigoto e o embrião inicial são organismos humanos vivos."
Keith L. Moore e TVN Persaud Antes de nascermos - Essentials of Embryology e Birth Defects (WB Saunders Company, 1998. Quinta edição).

14. "Assim, uma nova célula é formada a partir da união de um macho e uma fêmea gamete. [Células de esperma e óvulos] A célula, referida como o zigoto, contém uma nova combinação de material genético, resultando em um indivíduo diferente de qualquer pai e de qualquer outra pessoa no mundo.
Sally B Olds, et al., Obstetric Nursing (Menlo Park, Califórnia: Addison - Wesley publicação, 1980) P 136

15. "O termo concepção refere-se à união dos elementos pronucleares masculinos e femininos da procriação a partir da qual se desenvolve um novo ser vivo. É sinônimo dos termos fecundação, impregnação e adubação ... O zigoto assim formado representa o início de uma nova vida ".
JP Greenhill e EA Freidman. Princípios Biológicos e Prática Moderna de Obstetrícia. Filadélfia: WB Saunders Editores. 1974 Páginas 17 e 23.

16. "O desenvolvimento começa com a fecundação, o processo pelo qual o gamete masculino, o espermatozóide e o gameto femoral, o oócito, unem-se para dar origem a um zigoto".
TW Sadler, Embriologia Médica de Langman, 10ª edição. Filadélfia, PA: Lippincott Williams & Wilkins, 2006. p. 11.

17. "[O zigoto], formado pela união de um oócito e um esperma, é o início de um novo ser humano".
Keith L. Moore, Antes de nascermos: Essentials of Embryology, 7ª edição. Filadélfia, PA: Saunders, 2008. p. 2.

18. "Embora a vida seja um processo contínuo, a fertilização ... é um marco crítico porque, em circunstâncias normais, um novo organismo humano geneticamente distinto é formado quando os cromossomos dos pronúcleos macho e fêmea se misturam no oócito".
Ronan O'Rahilly e Fabiola Miller, Embriologia Humana e Teratologia, 3a edição. Nova Iorque: Wiley-Liss, 2001. p. 8.

19. "Todos os organismos, por mais amplos e complexos que possam ser tão desenvolvidos, começam a vida como uma única célula. Isto é verdade para o ser humano, por exemplo, que começa a vida como um óvulo fertilizado. "
Dr. Morris Krieger "O Sistema Reprodutor Humano" p 88 (1969) Sterling Pub. Co

20. "A primeira célula de uma vida humana nova e única começa a existir no momento da concepção (fecundação) quando um espermatozoide vivo do pai se une a um óvulo vivo da mãe. É desta maneira que a vida humana passa de uma geração para outra. Dado o ambiente apropriado ea composição genética, a célula única origina subsequentemente trilhões de células especializadas e integradas que compõem as estruturas e funções de cada corpo humano individual.
"Todo ser humano vivo hoje e, tanto quanto se sabe cientificamente, todo ser humano que já existiu, começou sua existência única desta maneira, isto é, como uma célula. Se esta primeira célula ou qualquer configuração posterior de células perecer, o indivíduo morre, deixando de existir na matéria como um ser vivo. Não há exceções conhecidas a esta regra no campo da biologia humana. "
James Bopp, ed., Vida Humana e Ética em Cuidados de Saúde, vol. 2 (Frederick, MD: University Publications of America, 1985)

21. "Ao fundir-se, os gametas masculinos e femininos produzem uma célula única fertilizada, o zigoto, que é o início de um novo indivíduo".
Rand McNally, Atlas do Corpo, (New York:  Rand McNally and Company, 1980) 139, 144.

22. "[O Zigoto] resulta da união de um oócito e um esperma. Um zigoto é o começo de um novo ser humano. O desenvolvimento humano começa na fecundação, o processo durante o qual um gameto ou esperma masculino ... une-se com um gamite ou um oocyte fêmea ... para formar uma única pilha chamada um zygote. Essa célula altamente especializada e totipotente marca o início de cada um de nós como um indivíduo único. "
The Developing Human: Clinical Oriented Embryology, 6a ed. Keith L. Moore, Ph.D. & TVN Persaud, Md., (Philadelphia: WB Saunders Company, 1998), 2-18

23. "... é cientificamente correto dizer que a vida humana começa na concepção".
Dr. Micheline Matthews-Roth, Faculdade de Medicina de Harvard: Citado pelo Conselho de Assuntos Públicos

24. "... A concepção confere vida e faz de você uma espécie. A menos que você tenha um gêmeo idêntico, não há praticamente nenhuma chance, no curso natural das coisas, que haverá "outro você" - nem mesmo se a humanidade persistiria por bilhões de anos.
Shettles, Landrum, MD, Rorvik, David, Ritos de Vida: A Evidência Científica para a Vida Antes do Nascimento, página 36, ​​Zondervan Publishing House, Grand Rapids, Michigan, 1983

25. De Newsweek, 12 de novembro de 1973:
"A vida humana começa quando o óvulo é fertilizado e a nova massa celular combinada começa a se dividir."
Dr. Jasper Williams, Ex-Presidente da Associação Médica Nacional (pág. 74)

26. "A formação, maturação e reunião de uma célula sexual masculina e feminina são todas preliminares à sua união real em uma célula combinada, ou zigoto, que definitivamente marca o início de um novo indivíduo. A penetração do óvulo pelo espermatozoide e a junção e agrupamento de seus respectivos núcleos constitui o processo de fertilização ".
Leslie Brainerd Arey, "Anatomia do Desenvolvimento" sétima edição do espaço (Philadelphia: Saunders, 1974), 55

27. "Biologicamente falando, o desenvolvimento humano começa na fecundação."
"A biologia do desenvolvimento pré-natal", National Geographic, 2006 (vídeo)

28. "As duas células gradualmente e graciosamente se tornam uma. Este é o momento da concepção, quando o conjunto único de DNA de um indivíduo é criado, uma assinatura humana que nunca existiu antes e nunca será repetida ".
"No ventre, National Geographic", 2005 (Vídeo de Desenvolvimento Pré-natal)

29. "O zigoto contém, portanto, um novo arranjo de genes nos cromossomos nunca antes duplicados em qualquer outro indivíduo. A descendência destinada a desenvolver a partir do óvulo fertilizado terá uma constituição genética diferente de qualquer outra pessoa no mundo.
DeCoursey, RM, The Human Organism, 4a edição McGraw Hill Inc., Toronto, 1974. página 584

30. "A ciência do desenvolvimento do indivíduo antes do nascimento é chamada de embriologia. É a história dos milagres, descrevendo os meios pelos quais uma única célula microscópica é transformada em um ser humano complexo. Geneticamente, o zigoto está completo. Representa um novo indivíduo unicelular. "
Thibodeau, GA, e Anthony, CP, Estrutura e Função do Corpo, 8ª edição, St. Louis: Times Mirror / Mosby College Publishers, St. Louis, 1988. páginas 409-419

31. "O desenvolvimento de um novo ser humano começa quando um espermatozoide do macho perfura a membrana celular do óvulo de uma fêmea, ou ovo .... As vilosidades tornam-se a placenta, que irá alimentar o bebê em desenvolvimento durante os próximos oito meses e meio".
Scarr, S., Weinberg, RA e Levine A., Understanding Development, Harcourt Brace Jovanovich, Inc., 1986. página 86

32. "Cada ser humano começa a vida como uma combinação de duas células, um óvulo feminino e um espermatozoide muito menor. Esta pequena unidade, não maior do que um período nesta página, contém todas as informações necessárias para permitir que ele cresça para o complexo ... estrutura do corpo humano. A mãe só tem de fornecer nutrição e proteção."
Clark, J. ed., The Nervous System: Circuitos de Comunicação no Corpo Humano, Torstar Books Inc., Toronto, 1985, página 99

33. "Um zigoto (um único óvulo fertilizado) representa o início da gravidez e a gênese de uma nova vida".
Turner, JS e Helms, DB, Lifespan Developmental, 2a ed., CBS College Publishing (Holt, Rhinehart, Winston), 1983, página 53

34. "Quase todos os animais superiores começam a vida a partir de uma única célula, o óvulo fertilizado (zigoto) ... O tempo de fertilização representa o ponto de partida na história de vida, ou ontogenia, do indivíduo.
Carlson, Fundações de Embriologia de Bruce M. Patten. 6ª edição. Nova Iorque: McGraw-Hill, 1996, p. 3

35. "Embrião: o indivíduo em desenvolvimento entre a união das células germinativas e a conclusão dos órgãos que caracterizam seu corpo quando se torna um organismo separado .... No momento em que a célula de esperma do macho humano encontra o óvulo da fêmea e a união resulta em um óvulo fertilizado (zigoto), uma nova vida começou .... O termo embrião abrange os vários estágios do desenvolvimento precoce desde a concepção até a nona ou décima semana de vida ".
Considine, Douglas (ed.). Enciclopédia científica de Van Nostrand. 5a edição. Nova Iorque: Van Nostrand Reinhold Company, 1976, p. 943

36. "... mas toda a história não começa com a entrega. O bebê já existiu há meses - em primeiro lugar sinalizando sua presença apenas com pequenos sinais exteriores, mais tarde como um pequeno ser um pouco estranho que vem crescendo e afetando gradualmente as vidas das pessoas próximas ... "
A criança é nascida por Lennart Nilsson, edição completamente revista (Dell Publishing Co., Nova York) 1986

37. "Naquela fração de segundo, quando os cromossomos formam pares, [na concepção] o sexo da nova criança será determinado, as características hereditárias recebidas de cada pai serão definidas e uma nova vida terá começado".
Kaluger, G., e Kaluger, M., Desenvolvimento Humano: The Span of Life, página 28-29, The CV Mosby Co., St. Louis, 1974

38. "O desenvolvimento de um ser humano começa com a fecundação, processo pelo qual duas células altamente especializadas, o espermatozoide do macho eo oócito da fêmea, unem-se para dar origem a um novo organismo, o zigoto".
Langman, Jan. Medical Embryology. 3ª edição. Baltimore: Williams e Wilkins, 1975, p. 3

39. "É a penetração do óvulo por um espermatozoide e a resultante mistura do material nuclear que cada um traz para a união que constitui a culminação do processo de fertilização e marca o início da vida de um novo indivíduo".
Human Embryology, 3a ed. Bradley M. Patten, (Nova Iorque: McGraw Hill, 1968), 43.

40. "A fertilização é um marco importante porque, em circunstâncias normais, um novo organismo geneticamente distinto humano é assim formado ... Fertilização é a procissão de eventos que começa quando um espermatozoide entra em contato com um oócito secundário ou seus investimentos ... O zigoto ... é Um embrião unicelular .. "
De Human Embryology & Teratology, Ronan R. O'Rahilly, Fabiola Muller, (Nova Iorque: Wiley-Liss, 1996), 5-55.